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PIB do Brasil avança 0,5% no 2º trimestre de 2026 e garante 5ª maior alta global
Expansão de 0,5% na margem trimestral consolida o país entre os melhores desempenhos globais no período e alinha a atividade econômica às projeções do mercado.
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Por Redação InfoDot
9/1/20262 min read
A resiliência da atividade econômica nacional frente a um cenário internacional de desaceleração ganhou confirmação com os indicadores consolidados do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que o Produto Interno Bruto brasileiro registrou expansão de 0,5% no segundo trimestre de 2026 frente ao trimestre anterior. O resultado situou-se no limite superior das estimativas do mercado financeiro, que projetava avanço entre 0,4% e 0,5%, totalizando uma produção de R$ 3,4 trilhões no período, dos quais R$ 2,9 trilhões referem-se ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões a Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
O ritmo de crescimento posicionou o país na 5ª colocação em ranking global de desempenho trimestral elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating. A marca do Brasil superou potências globais como Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha e Japão. Apenas quatro nações registraram altas superiores na margem: Irlanda, Indonésia, Angola e Malásia. O índice brasileiro superou a média das economias globais analisadas, o resultado médio do grupo dos Brics e as médias apuradas para a Zona do Euro e para os países integrantes do G7.
Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento da economia brasileira atingiu 2,0%. O desempenho anual superou as médias obtidas pelos Brics, pela Zona do Euro e pelo G7, embora tenha ficado abaixo da média global do levantamento. Enquanto isso, economias globais relevantes como Itália e França registraram estabilidade, e nações como Arábia Saudita, Islândia, Hong Kong e Tailândia apresentaram retração no mesmo recorte trimestral. A posição do país na listagem permanece sujeita a ajustes conforme novas economias divulguem seus demonstrativos.






